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O Direito e a Ciência de Dados: a evolução da advocacia

O Direito e a Ciência de Dados: a evolução da advocacia

Basta uma pequena pesquisa para compreender o tamanho do problema: 77,1 milhões de demandas em tramitação no país, com 68,5% de taxa de congestionamento, de acordo com o relatório Justiça em Números de 2020. Ainda que a maior parte dos processos esteja em formato eletrônico, a quantidade é imensa e com ela, uma série de desafios: controle de prazos, informar as partes sobre os andamentos, e fazer as equipes trabalharem para atender a um volume imenso de casos.

É por isso que existe uma boa razão para que dados e métricas estejam tão em voga nas empresas atualmente – e o setor jurídico tem 77,1 milhões de razões para isso: conseguir interpretar as informações que essa quantidade imensa de dados pode trazer, as ideias e decisões que podem ser tomadas com base em dados, é um ponto estratégico para fazer a gestão de processos mais eficiente.

E como usar dados e métricas em um departamento jurídico?

Interpretar a letra da lei é apenas parte do trabalho atual – saber manejar dados e métricas é hoje de suma importância na tomada de decisões. Trouxemos 4 dicas de como implementar essa cultura na sua área:

– Saiba quais dados e métricas realmente importam
Nesse universo de informações, é possível se perder completamente em milhares de possíveis insights e filtros que podem surgir. Por isso, é primordial saber o que se deseja extrair desses dados, quais métricas realmente importam para o departamento e quais dados devem ser trabalhados, e deixar outras coisas de fora. E para isso, é importante trabalhar não apenas o seu estoque de processos ativos, mas também o que está sendo feito no dia a dia pelos advogados e profissionais de direitos que estão trabalhando em sua área.

– Traga soluções tecnológicas para dentro
Uma das coisas que o big data trouxe foi a tecnologia como uma aliada fundamental na interpretação de informações. Existe uma infinidade de soluções que utilizadas da forma adequada irá contribuir na interpretação de dados de forma sistemática. E os robôs da Oystr podem ajudar na captura desses dados junto aos diversos Tribunais de Justiça, dando a escalabilidade necessária para tratamento de milhares de processos com esforço bem reduzido. Juntamente com outras soluções, é possível construir uma cultura na utilização desses dados para tomada de decisões.

– Não perca falhas e problemas processuais de vista
Uma vez que soluções tecnológicas foram adotadas na gestão de informações, é o momento de monitorar seus resultados e mapear os problemas e falhas que vão acontecer durante os processos. O interessante é que é justamente neste momento que as métricas e dados vão ser fundamentais: vão mostrar um lado que nem todos conseguem ver dos processos, e ajudar a entender o que está errado.

– O time precisa vir junto
Uma série de novas ferramentas para poder navegar nesse universo de dados não vale nada se o time não as estiver usando. É importante que o seu pessoal saiba como essas ferramentas vão ajudá-los no dia a dia, facilitando o trabalho e liberando seu tempo para tarefas mais estratégicas.

A Ciência de Dados não é um modismo, mas sim uma evolução natural do trabalho atual, basta verificar outros setores como marketing e logística, que usam interpretação de dados como ponto de partida. O Direito está evoluindo, e a maneira de pensar não está mais limitada à interpretação da lei, mas uniu-se à interpretação de dados.



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Paulo Romeiro